Monthly Archives: junho 2012

À procura do Messias, ou seja, em busca do bem-estar e da felicidade

Siomara Ponga

Vou explicar tudo, porque, assim como o Sr. Paulo Solon, eu sou PHD em absolutamente tudo nessa vida, nas anteriores e nas que estão por vir. Entretanto, sou modesta.

Cristo ir e voltar como corpo não existe. Uma vez “morto” acabou. Essa volta do Messias é somente espiritual e para a grande maioria dos humanos, aconteceu e torna a acontecer a cada átimo, não importando que nome essa “sensação”, essa “certeza” tenha. Quando você pratica uma boa ação ou uma mitzvah, como dizem os judeus, você está com o espírito do bem, isso é, o Messias está em você.

Não precisamos esperar outro homem encarnado porque esse espírito do bem paira o tempo todo pelo universo. O mal a quem também chamam por nomes, ao contrário, precisa se debater muito para aparecer. Poderia chamar o bem de Cristo e o mal de Lúcifer, mas não há necessidade mesmo porque existem vários nomes como Buda, Alá, Oxalá, Tupã, Ra para o bem e outros tantos para o mal. Não espere, reflita. Quantas vezes somos acometidos de um sensação de bem estar, de felicidade? É esse o momento do retorno do Messias em nós.

Os ocidentais falam muito sobre a “Jihad” como se fosse o motivo de guerra, e guerra religiosa! Quanta ignorância! Jihad é a luta interna praticada pelos muçulmanos para encontrar essa sensação de bem estar, de felicidade, dentro de si. É a guerra silenciosa da procura do bem espiritual. Os monges tibetanos a praticam com meditação e alguns sons que atribuem ao início do mundo. Na umbanda, tocam atabaques e dançam em roda, os sufis giram em torno de si mesmo durante muito tempo, os faquires jejuam e alguns levitam, e estão todos buscando a “volta do Messias”, isto é, a sensação de leveza e alegria, a pureza da alma.

A igreja é outra coisa, era o centro do burgo. Descobriam um local novo e lá plantavam de imediato a igreja.

A coisa está feia no Nordeste, onde desviam até dinheiro dos banheiros públicos…

Carlos Newton

É um escândalo atrás do outro. Em meio a denúncias de desvio de recursos quando era secretário de Estado do Ceará, Jurandir Vieira Santiago renunciou ao cargo de presidente do Banco do Nordeste (BNB), onde estava desde julho de 2011. Ele foi denunciado por uma série de irregularidades, inclusive desvio de R$ 3,1 milhões em verbas para construir banheiros públicos, vejam só a que ponto chegamos.

Na semana passada, o chefe de gabinete de Santiago, Robério Gress do Vale, já havia sido afastado do banco, depois que uma reportagem da revista “Época” apontou-o entre os envolvidos em um esquema de corrupção no banco entre 2009 e 2011, antes de Santiago chegar ao BNB. O esquema teria favorecido o deputado federal José Guimarães (PT-CE), que indicou Santiago.

O colóquio judicial Rio+20 e algumas verdades ambientais

Profª Guilhermina Coimbra

O Colóquio Judicial Rio+20 de Direito Ambiental realizou-se de 16 a 17 de junho no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O primeiro dia versou sobre Tratados e Convenções Ambientais: Desafios e Perspectivas, Implementação e o Papel do Acesso à Informação e Participação Pública; A Implementação Pública: e o Papel do Judiciário.

No segundo dia, houve o Congresso Mundial sobre Justiça, Governança e Direito para a Sustentabilidade Ambiental.

De tudo o que ouvimos e anotamos fazemos as considerações seguintes: nos EUA a National Academy of Science publicou conclusões de pesquisa mostrando que o mundo perdeu entre 2000-2005 um volume de 3,1% de florestas nativas, analisados os seguintes países: Brasil, Canadá, China, Congo, EUA, Indonésia e Rússia.

No período, EUA e Canadá tiveram as maiores perdas percentuais. O Brasil perdeu cerca de 3,6% do total de área verde, o Canadá devastou cerca de 5,2% da cobertura, enquanto os EUA foram os responsáveis pela destruição de cerca de 6% do total de suas florestas.

Assim, como todos os países desenvolvidos e o mundo como um todo já desmataram quase todas as suas florestas em beneficio do bem-estar social de suas respectivas populações, é lógico e razoável entender que o governo do Brasil vá conservar sim e muito bem conservada a Floresta Amazônica, sem deixar de utilizar sempre que preciso a matéria-prima geradora de energia e a rica biodiversividade que nela se encontra, em benefício do bem-estar social dos nacionais e estrangeiros que no Brasil residem.

Tentar “preservar” a Amazônia brasileira significa compactuar com prática de comércio abominável (reserva de mercado sob pressão) atentatória do direito de autonomia (assegurado pelas Cartas da ONU e da OEA).

Quanto à MP 571/12, podemos afirmar que o Congresso Nacional não havia procrastinado e sim operado no tempo acertado, ao aprovar o Código Florestal – desnecessária, portanto, a edição da MP. Entretanto, o conteúdo da referida Medida Provisória teria sido melhor, se tivesse admitido algumas das seguintes correções no texto: como o alcance atinge outros tipos de cobertura vegetal o Código não deveria ser Florestal e sim “Código Ambiental”; deveria ter substituído a ficção jurídica denominada “Amazônia Legal”, reduzindo-se desse modo, para 4 milhões de quilômetros quadrados, o verdadeiro tamanho da Amazônia, a Amazônia Natural, na qual seriam aplicados os dispositivos previstos para a Amazônia Legal, a serem estendidos ao Pantanal do Mato-Grosso, possuidor de delicados ecossistemas, muito ricos na flora e na fauna (A Amazônia Legal foi criada por decreto para concessão de incentivos fiscais, misturou diversos tipos de biomas, alheios aos da Amazônia Natural).

Quanto à ênfase no sentido de que, em se tratando de causas que versem sobre direito ambiental, os casos deverão ser sempre julgados de acordo com a lei (porque, o direito ambiental teria sido equiparado aos direitos humanos pelo Artigo 225 da Constituição Federal, ao dispor que o meio-ambiente ecologicamente equilibrado é essencial à sadia qualidade de vida): é lógico, de direito e de justiça o entendimento de que, se a qualidade de vida estiver ameaçada pela falta de uma infra-estrutura para cuja implantação seja necessária uma momentânea ausência de equilíbrio ecológico, mudar-se-á a lei, no Congresso Nacional ou através de MP, vez que a população afetada merece ter o direito à sadia qualidade de vida, advinda da infra-estrutura pretendida.

Quanto ao aquecimento global, provado está que o fenômeno é controlado pelos oceanos, e sem o referido controle, os oceanos se transformariam em geleiras. Assim, contra o aquecimento, o homem nada pode fazer: a tese do aquecimento global é uma falácia criada para obrigar representantes Estados em desenvolvimento, a abrir mão de enormes possibilidades de progresso, principalmente na área da geração de energia, fundamental para qualquer processo de desenvolvimento, enquanto outros Estados continuam queimando quantidades assombrosas de combustíveis fósseis na geração de energia que movimenta as respectivas indústrias, no aquecimento, etc.

E quanto à necessidade de que as Áreas Permanentemente Preservadas não possam sofrer decisões que retrocedam, é princípio geral de direito que até a lei pode e deve retroagir se o objetivo for beneficiar e atender às necessidades da população.

A tortura sofrida e o segundo mandato de Dilma Rousseff

Carlos Cazé

Interpretar que a presidente é assim, do jeito que é, pelo que passou, tão simplesmente, me parece muito subjetivo, uma impressão mais pessoal do que científica, digamos assim. Mas analisar friamente o que ela disse (“as marcas da tortura sou eu”), bem, já é uma outra questão.

Primeiro, é bom questionar: só se é competente, rígido, exigente, caso se tenha sido torturado? Evidente que não. O que ela passou (e o que tantos passaram), não valeria nada, ou valeria, e muito (a depender do caráter, ou da falta deste, enfim, a depender daquele instinto e aptidão com que se escolhe, nas bifurcações da vida, um caminho).

Quando a perspectiva presidencial atravessou o caminho de Dilma Roussef, as escolhas já haviam sido feitas, os erros e também os acertos, nenhuma dúvida. E todos eles já tinham os sulcos, as marcas que se podem dizer indeléveis da maldade humana. Mas não se pode afirmar que a famosa inflexibilidade de que a acusam (ou de que a elogiam) se derrame daí, dos porões da ditadura. Pode ser, admito, mas cumpre também observar que o grau de maturidade que a presidente apresenta, para lidar com essa dor, e com essa maldade, possivelmente já tenha nascido com ela: a força, a inflexibilidade, o idealismo, enfim, características que não só a ajudaram a suportar o regime discricionário, como, muito principalmente, a vencê-lo.

Neste ponto, é preciso não embaralhar as coisas: Dilma Rousself, realmente, é muito diferente do Lulla, e também muito diferente do PT (graças a Deus, nos dois casos). Mas quanto ao tom ameaçador ” ela não perdoa e nem esquece”, sinceramente, não acredito. Ela é fiel ao Lulla, e preferirá que ele volte ao poder do que entrar numa luta renhida com esses urubus que sustentam a estrela petista.

As novidades, estampadas para os mais ingênuos, e que custarão caro ao sedentos da volta de Lulla ao poder, são estes movimentos estúpidos acerca do Gilmar Mendes e do Malluff: o carisma do ex-operário está já se está esmaecendo, não demora muito e será uma vela se apagando,também nenhuma dúvida.

Se posso dar um conselho para Dilma, muito humilde, é este: “Eu não falo de vingança nem de perdão, o esquecimento é a única vingança e o único perdão”. Sim, Jorge Luis Borges, que quase não enxergava, e via tudo, e que dizia ter tido uma vida mais “lida do que vivida”, é ótimo conselheiro, desde sempre, claro. (Mas principalmente quando fhc – sempre em minúsculas – declarou que este não é um dos seus autores preferidos (!), sorte da maior parte da humanidade).

Enfim, talvez a única inflexibilidade que poderá ser negativa a Dilma Rousseff será sua lealdade a Lulla. Mas do mesmo jeito que o grande general Andrada Serpa dizia aos outros oficiais que “quem nos faz generais não são os presidentes da república, mas o povo brasileiro”, saiba ela que, no contexto que se vive, e que ela vem ajudando a criar, não se vê ninguém no horizonte, dentro do PT, pelo menos, que lhe seja digno de barrar um segundo mandato, muito simplesmente.

Aonde vamos parar? TSE aprova a criação do 30º partido político do Brasil, o PEN.

Nádia Guerlenda (Folha)

O Tribunal Superior Eleitoral aprovou a criação do 30º partido político do Brasil, o PEN (Partido Ecológico Nacional).

O partido não poderá participar das eleições municipais desse ano, já que é necessário que sua criação seja aprovada um ano antes das eleições que pretende disputar.

O presidente da sigla, Adilson Barroso, afirmou que o partido defende “várias causas, mas sempre com o foco na sustentabilidade”. Ele disse que não haverá, a princípio, um alinhamento da sigla com a oposição ou com o governo, e que isso dependerá das propostas de cada lado.

“Foi uma luta de cinco anos [para a aprovação]. Fiquei muito feliz porque a decisão veio exatamente na semana em que se discute, mundialmente, a questão ambiental”, afirmou, referindo-se à Rio+20.

De acordo com o Barroso, devem migrar para o PEN entre 10 e 15 deputados federais, o que já garantiria uma liderança na Câmara e colocaria o partido entre os 12 maiores do país. Ele não informou os nomes dos deputados, mas disse que entre eles estão integrantes do recém-criado PSD.

“Seremos muito assediados, porque há um descontentamento muito grande de alguns deputados com seus partidos”, afirmou o advogado da sigla, Paulo Fernando Melo.

Outro nome que receberá convite é a ex-candidata à presidência Marina Silva, ex-PV. “Ela será convidada e, se aceitar, eu passarei a presidência do partido a ela, que se quiser pode se candidatar à Presidência da República pelo PEN”, afirmou Barroso.

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“BOA IDEIA”

O número dado ao PEN será o 51, nome de uma famosa cachaça. O ministro do TSE e do STF, Marco Aurélio de Mello, percebeu a coincidência e brincou, ao final da sessão que deliberou a criação do PEN, que o partido seria então “uma boa ideia”.

Possibilidade de slogan para o recém-criado partido? “Não, o nosso é ainda melhor: uma grande ideia”, respondeu o advogado Melo.

Estadão relembra alianças políticas e eleitorais controversas envolvendo o ex-presidente Lula

O Estadão fez uma interessante pesquisa para mostrar que a aliança entre o PP de Paulo Maluf e o PT de Fernando Haddad na corrida eleitoral pela Prefeitura de São Paulo, anunciada segunda-feiracom a bênção do ex-presidente Lula, não é propriamente uma novidade na democracia brasileira.

No seu mandato de presidente, entre 2003 e 2010, Lula demonstrou invulgar desenvoltura para se aliar a antigos inimigos políticos, como os ex-presidentes Fernando Collor de Mello, José Sarney e Eduardo Paes.

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SARNEY E LULA

Lembra o Estado de S. Paulo que, durante seu mandato de presidente da República, de 1985 a 1990, José Sarney foi alvo constante do então deputado federal Lula. Em 22 de julho de 1986, durante comício em Caçapava (SP), Lula atacou:

“Sarney não vai fazer reforma agrária coisa nenhuma, porque ele é grileiro no Estado do Maranhão e não vai querer entregar as terras que tomou dos posseiros”, disse. Em 28 de junho de 1989, Lula voltou à carga: “Sarney no início foi endeusado. Hoje, não querem o Sarney nem para chaveirinho”.

A relação entre ambos mudou a partir da eleição de Lula à presidência, que contou com o apoio expressivo do PMDB para governar. Durante a crise dos atos secretos do Senado e a revelação de nomeações sigilosas de parentes de Sarney para cargos públicos, Lula saiu em defesa do novo aliado:

“Eu sempre fico preocupado quando começa no Brasil esse processo de denúncias, porque ele não tem fim e depois não acontece nada. Sarney tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum”, afirmou em 17 de junho de 2009.

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COLLOR E LULA

No segundo semestre de 1989, durante a disputa à presidência, Collor protagonizou uma dura campanha contra Lula e recorreu inclusive à exploração da vida pessoal do petista. Na reta final das eleições, a coligação de Collor veiculou depoimento da enfermeira Miriam Cordeiro, ex-namorada de Lula, acusando-o de ter pedido que ela abortasse uma gravidez e revelando ao público uma das filhas do ex-presidente, Lurian Cordeiro Lula da Silva. Na mesma campanha, Collor afirmou que o PT era um partido “assassino e violento”.

Dezessete anos depois, em setembro de 2006, Collor, então candidato ao Senado Federal, gravou programa eleitoral declarando apoio à reeleição de Lula à presidência. “Lula conhece bem as raízes do nosso povo, as carências e tem agido rápido no sentido de resolver os problemas do Nordeste”, disse Collor, para ao final declarar: “Vou votar na reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva porque ele é um nordestino”.

No mês seguinte, com sua campanha a pleno vapor, Lula retribuiu o afago. “Com a experiência que ele (Collor) tem de presidente da República, certamente poderá, se quiser, fazer um trabalho excepcional no Senado”, disse durante coletiva de imprensa.

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LULA E PAES

O Estadão esqueceu de citar outras novas amizades de Lula. Um dos aliados que eram ferrenhos inimigos é o atual prefeito do Rio, Eduardo Paes, que na época em que era deputado federal pelo PSDB não poupava o então presidente Lula.

Mas quando Eduardo Paes entrou para o PMDB e se candidatou a prefeito, o próprio Lula costurou com o governador Sergio Cabral o acordo político que garantiu a eleição do novo aliado, com apoio total do PT. Agora, o acordo se repete, com Lula impedindo que o PT lance candidato próprio à prefeitura do Rio.

Amor à vista, quando a velhice é um vento

Como dizia Rubem Braga, a poesia é necessária. Então, vamos hoje a dois poemas do filósofo português Fernando Echevarria, nascido em 1929.

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AMOR À VISTA

Entras como um punhal
até à minha vida.
Rasgas de estrelas e de sal
a carne da ferida.

Instala-te nas minas.
Dinamita e devora.
Porque quem assassinas
é um monstro de lágrimas que adora.

Dá-me um beijo ou a morte.
Anda. Avança.
Deixa lá a esperança
para quem a suporte.

Mas o mar e os montes…
isso, sim.
Não te amedrontes.
Atira-os sobre mim.

Atira-os de espada.
Porque ficas vencida
ou desta minha vida
não fica nada.

Mar e montes teus beijos, meu amor,
sobre os meus férreos dentes.
Mar e montes esperados com terror
de que te ausentes.

Mar e montes teus beijos, meu amor!…

Fernando Echevarría, in “Poesia 1956-1979”

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A VELHICE É UM VENTO

A velhice é um vento que nos toma
no seu halo feliz de ensombramento.
E em nós depõe do que se deu à obra
somente o modo de não sentir o tempo,
senão no ritmo interior de a sombra
passar à transparência do momento.
Mas um momento de que baniram horas
o hábito e o jeito de estar vendo
para muito mais longe. Para de onde a obra
surde. E a velhice nos ilumina o vento.

Fernando Echevarría, in “Figuras”

 

O Corinthians é um time organizado e pragmático

Tostão (O Tempo, de BH)

O Corinthians não é apenas um time organizado, disciplinado e pragmático. Possui também bons jogadores. Individualmente, está no nível das melhores equipes brasileiras.

Como ocorreu nas duas partidas contra o Vélez e na maior parte dos amistosos do Brasil, Neymar não brilhou no primeiro jogo contra o Corinthians, principalmente porque foi muito bem marcado, e não pelo cansaço. Se existe, o cansaço é mais emocional, por causa dos milhares de compromissos comerciais impostos pelo marketing e pelos contratos para mantê-lo no Brasil.


Neymar passa a impressão de que não está cansado de tantas badalações e que adora tudo isso. Mas precisa tomar cuidado. Apesar de ser um jogador especial, a sociedade idolatra, consome e descarta rapidamente seus ídolos.

Além disso, por não haver outro grande craque no Brasil, há uma pressa, uma ansiedade coletiva, de fazer de Neymar, antes de ele ser, um Messi, quase um Pelé. Tecnicamente, o Santos e qualquer outro time brasileiro são pequenos para seu talento.

O Santos é um time torto. Quase todas as jogadas são feitas pelo centro ou pela esquerda. Henrique não sabe apoiar, e Elano, ao voltar para marcar ao lado dos volantes, não consegue chegar à frente para executar seus ótimos cruzamentos.

 

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